A representação legal da policial militar Yasmin Cursino Ferreira expressou, pela primeira vez, sua posição sobre a morte de Thawanna Salmázio, ocorrida na zona leste de São Paulo. O advogado da soldado afirmou que durante a ocorrência ocorrida na noite de quinta-feira (3), todas as ações de sua cliente estavam amparadas pela lei.
O defensor destacou que Yasmin fez apenas um disparo e procurou assistência médica para a vítima imediatamente. "Ela atendeu todos os requisitos legais com o disparo único e chamou o socorro sem demora", comentou o advogado, reiterando o posicionamento da defesa.
Declarações após o incidente
Aos 21 anos, a soldado foi interrogada na última quarta-feira (8) na sede do Departamento de Homícidios e Proteção à Pessoa (DHPP), que está à frente das investigações. O advogado indicou que ainda é incerto quando ela será chamada novamente, enquanto o inquérito procura esclarecer os detalhes do que ocorreu.
Há relatos conflitantes sobre o incidente. A defesa sustenta que o socorro foi chamado imediatamente, mas o esposo de Thawanna afirma que houve um atraso significativo no atendimento, superior a 30 minutos. Thawanna foi transportada ao hospital, porém, sucumbiu aos ferimentos.
Andamento das investigações
As autoridades continuam investigando a ocorrência, com a instauração de um Inquérito Policial Militar. Yasmin foi suspensa de suas funções operacionais e o evento está sendo tratado com alta prioridade devido às suas graves implicações e ampla repercussão. A família de Thawanna espera por justiça.